Afinal como participar, quais formas a família pode ser mais efetiva no tratamento de crianças com autismo, síndrome de down, algum atraso no desenvolvimento, seja na terapia ocupacional, fonoaudiologia, fisioterapia, psicologia, escola, etc.
Tanta coisa para falar disso, não sei quantos posts seriam necessários, mas vou falar um pouco de algumas questões importantes, vamos lá!
1. Família deve se cuidar😃 emocionalmente, fisicamente e espiritualmente (não no sentido de religião, mas no sentidos de crenças, podendo essas ser diversas). Quando queremos oferecer algo de bom, temos que estar em contato com que há de bom em nós. Por exemplo, quero ser mais paciente com meu filho, e como exerço a paciência comigo mesmo, com meus erros. E em todas as questões podemos fazer essa reflexão, o que quero oferecer para minha criança, mas como sou comigo mesma(o). Então vamos cuidar da nossa saúde mental, física e espiritual.
2. Família que compreende o seu(s) filho(s), não só ajuda a si mesmo, como a criança, os terapeutas e os professores. Fornecer informações da sua criança, e estar com profissionais que estão atentos as informações da família, e não só dele próprio, que esteja abertos às famílias é primordial, escolham bem os profissionais que acompanham sua criança. Pois quem mais conhece uma criança são os pais, se sua criança faz terapias, não tenha medo em perguntar, se esclarecer, se sentir bem informado. Acompanhar as sessões, não precisa ser todas, caso não se sinta a vontade ou se a criança não responda tão bem, mas participe de algumas, entenda o que terapeuta faz.
3. Pratique as orientações dos terapeutas, cuide da saúde mental, emocional e espiritual dos seus filhos. Criem pessoas conscientes consigo, com outro, com a natureza. Independente se tenha alguma deficiência ou não, respeitar o outro é fundamental para uma sociedade melhor.
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